Cada momento passado juntos
Era uma celebração, uma Epifania,
Nós os dois sozinhos no mundo.
Tu, tão audaz, mais leve que uma asa,
Descias numa vertigem a escada
A dois e dois, arrastando-me
Através de húmidos lilases, aos teus domínios
Do outro lado, passando o espelho
Arsennii Tarkovskii
Maravilhoso poema este. Com um pai assim não admira que viéssemos a ter um dos mais espirituais e românticos cineastas de sempre na pessoa de seu filho.
ResponderEliminarJoão, este livro é maravilhoso. Anda comigo para todo o lado.
ResponderEliminarChama-se "8 Ícones", da Assírio e Alvim
Bem sei, Ana Rita, também tenho o livro, nessa mesma edição da Assírio,mas há muito tempo que não lhe pego. Deste-me vontade de voltar a reler esses belíssimos poemas do pai do cineasta e de rever os filmes do filho. Para mim, Andrei Tarkovsky é um sublime representante do cinema do espírito, a par de Bresson, Dreyer, Oliveira e Ozu.
ResponderEliminaraconselho-te a teres na mesa de cabeceira, não vais largar :-) bjs
ResponderEliminarBom conselho! Beijinhos!
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